segunda-feira, abril 30, 2007
rainy day
~ cc @ 2:37 p.m. 0 comments
domingo, abril 29, 2007
spiderman
Desta vez a mocinha apaixona-se pelo homem por trás do herói.
Mas o herói assume o seu papel e recusa.
Recusa os seus sentimentos por medo a ela, por medo que ela seja usada contra ele.
O amor disfarça-se de amizade.
Ela chora.
Ele afasta-se e chega a sorrir da sua opção.
~ cc @ 10:52 p.m. 0 comments
soundtrack
Ao jantar misturei os sabores de uma massa à italiana à minha moda, com a voz francesa de Jeanne Moureau.
Com a Bomba de pano de fundo, no turbilhão da vida.
~ cc @ 10:46 p.m. 0 comments
cry
Todos os dias em que pego nele, as poucas páginas que leio fazem-me chegar as lágrimas aos olhos.
Nunca li um livro que me comovesse assim, tanto.
E ainda vou a meio.
~ cc @ 10:24 p.m. 0 comments
it takes one to understand one
Nunca. Nunca vai poder ser diferente. Será que lhes dizem isso também?
~ cc @ 10:15 p.m. 0 comments
away on work
As ideias, como o areal da Caparica, estão a cada ano que passa mais curtas, mais afogadas.
A Costa continua feia, a vida de hotel continua assustadoramente igual e a convivência pareceu-me ainda mais difícil.
A mim (nós) valeu-nos a necessidade de renovar o guarda-roupa para ocupar o feriado vazio de queridos e de interesses comuns.
~ cc @ 9:50 p.m. 0 comments
quinta-feira, abril 19, 2007
storytelling
~ cc @ 3:05 p.m. 0 comments
eyes
Há dias em que me sinto feia.
Mas também há dias em que me sinto bonita.
Deve ser do sol, da Primavera, dos peixinhos.
Dos meus olhos ou dos olhos que me olham nos olhos.
Mesmo que estejam meios fechados, ensonados.
Ou que seja tarde da noite ou cedo da manhã.
~ cc @ 2:44 p.m. 0 comments
quarta-feira, abril 18, 2007
shoes

Não sou muito de perder a cabeça por sapatos, e se por vezes me apaixono por uns, ou me arrependo, ou, se me dou tempo, decido por uns outros mais confortáveis.
Mas, uma vez não são vezes....
~ cc @ 7:29 p.m. 0 comments
terça-feira, abril 17, 2007
:
No meio das frases e dos parágrafos aparecem os dois pontos como forma de enumeração, a fazer caber uma ideia dentro de outra e dentro de outra ainda, como se algumas ideias fossem grandes demais para se escreverem sozinhas.
"amo-te quase demasiado"
in Cemitério de Pianos, de José Luís Peixoto
~ cc @ 10:43 p.m. 1 comments
segunda-feira, abril 16, 2007
baptism
Gosto destes encontros, 2 grandes grupos, a família do pai e a da mãe, que é a minha. A conversa, os sorrisos, rostos que já se não vêm há algum tempo, os miúdos cada dia mais crescidos, tomar consciência da idade que temos, por comparação com a dos pequenitos.
Inevitavelmente muitos perguntam quando será a próxima reunião.
~ cc @ 11:18 p.m. 0 comments
grrrrr

Extravagância na ponta dos dedos, reaprender a escrever, a tocar, ajustar a sensibilidade das pontas dos dedos.
Por estes dias branco, talvez um dia me aventure em novas cores.
~ cc @ 10:41 p.m. 0 comments
sexta-feira, abril 13, 2007
shhhhhhhh
Alguém avisa os vizinhos de cima que, para além de fazerem muito barulho, cantam mal que se fartam??!!!
Alguém falou em sexta-feira 13? Parece que corre bem mesmo no fim do dia...
~ cc @ 11:50 p.m. 0 comments
@ cinema
Provavelmente não sou obsessiva o suficiente. Ou então confirma-se que os números sempre foram uma má opção na minha vida.
2+6+1+2=11... muito longe de 23...
~ cc @ 11:42 p.m. 0 comments
friday, the 13th
A festejar a data o pc lá da empresa brindou-me pela manhã com um lindo ecrã azul.
Passado o susto, parece que ainda está aí para as curvas (pequeninas...).
~ cc @ 11:38 p.m. 0 comments
quote of the day
Diz a Ellen DeGeneres e eu compreendo-a tão bem...
~ cc @ 11:13 p.m. 0 comments
adiction

Vício adquirido por altura da Páscoa e se manterá até ao final do pacote. Para evitar males maiores recomenda-se distância mínima de 10 km.
~ cc @ 11:11 p.m. 0 comments
quinta-feira, abril 12, 2007
children
~ cc @ 10:13 a.m. 2 comments
quarta-feira, abril 11, 2007
cramps
Noutras noites o músculo que se prendia era na coxa, no interior da dela, e acordava-nos, primeiro a ele, depois a mim, que ensonada ia também ajudar a massajar e acalmar o choro, a caminhar a ver se passava.
Mas não passava, não passava logo, ficava o eco do choro na minha cabeça o resto da noite e do dia seguinte, e o cheiro do spray no quarto, no corredor, no meu nariz.
Não é possível esquecer.
~ cc @ 11:07 p.m. 0 comments



